
Por se tratar de um clássico, a limitada equipe do técnico Leão, que na minha opinião errou em tirar o Tabata contra a Portuguesa, se superou ontem no úmido gramado de Vila Belmiro.
Além da disposição e da correria, Leão acertou em sacrificar Adriano (a própria sombra de Váldivia), por acreditar que o chileno era a única fonte de criação do time do Palmeiras. Irritado e com poucas chances, o Mago pouco fez.
A equipe de Luxemburgo veio pra Vila achando que jogaria em casa e de certa forma menosprezou o time do Santos entrando com 3 atacantes. Precavido, Leão escalou o mesmo número de zagueiros, dando a entender que o Peixe jogaria na retranca.
O ínicio do jogo até que deixou claro isso, mas com o passar dos minutos e a anulação de Váldivia, cada vez mais o Santos voltava a se sentir em casa, ganhando o meio de campo.
A bola não chegava no louco do Luis Henrique e no Castanha, da dupla Caju & Castanha (Alex Mineiro), fazendo com que o técnico Luxa mexesse no segundo tempo, colocando o morto Makelele pra tentar recuperar o setor... não teve jeito, Adriano foi atrás do Váldivia até no vestiário na hora do intervalo e estão dizendo por aí, que os dois combinaram de almoçar juntos hoje.
Foi um jogo tenso, de disputa tática, tão feio que antes do intervalo e do apito do juíz, um repórter da TV não aguentou e entrou em campo para entrevistar os jogadores. Bom, a chuva de vaias só não foi maior do que a de água.
Agora, quanto a manchete de hoje na página do Globo Esporte...

... o correto seria: “Campo reclama de atacante pesado”.
Com toda a chuva que caiu na Baixada, o gramado da Vila estava perfeito, sem uma poça sequer. É muito fácil colocar a culpa no campo, na bola etc... e a feijoada, os acarajés e os inúmeros vatapás que você adquiriu nas suas férias, heim Kléber Pereira?
Destaque positivo para o lateral Filipi com “is” que correu muito e negativo para o nervoso Evaldo. O técnico Leão até tentou poupá-lo na sua explicação, mas ficou nítido que o jovem zagueiro (que podia ser camisa 6) sentiu o peso do clássico e acabou sendo substituído por Domingos (o meia dúzia).
Na copinha, o Peixe acreditou que 3x1 de virada seria um placar confortável e pagou o preço sendo eliminado nos pênaltis pelo Internacional de Porto Alegre. Muito me agradou o atacante Tiago Luis, o meia Alemão e o venezuelano Breitner, que fatalmente serão aproveitados no time de cima... assim espero.
O fim do mês está próximo, a Libertadores vai começar e as perguntas que ficam são as seguintes: este será o time do Santos para a disputa da América? Será que a diretoria adotou o discurso “político” de que o importante é apenas competir? Ou esperam que o técnico Leão repita o que conseguiu com a base em 2002?
Espero que a diretoria me dê uma resposta rápida e para a maioria dos torcedores, que não suportam nem de longe, desconfiar que este time do Santos esteja indo na direção dos anos 90, onde só entrava nos campeonatos para cumprir tabela.

O EDSON SENTIRIA VERGONHA.
A situação começou preta, bem preta, por sinal, digamos assim... para os diretores de arte não seria só 100% de black, e sim a mistura total de todas as outras tonalidades: 100% cyan + 100% magenta + 100% amarelo (bastante amarelo) + 100% preto.
Sabe aquele preto bem preto mesmo? Que no caso de alguma cor sair lavada na gráfica, continuará preto do mesmo jeito e o diretor de criação nem notará a diferença.
Pois bem meus caros amigos santistas, foi assim que ví a prova do trabalho do dia seguinte do nosso Peixe.
Triste, lamentável e sem muito o que dizer, estou aqui tentando buscar palavras pra escrever alguma coisa referente ao jogo de ontem.
Está difícil, muito difícil. Mais difícil do que ter que assistir a partida de abertura do campeonato paulista com aquele show de horrores. Um verdadeiro teste de paciência (quase desisti e liguei meu Playstation pra jogar o FIFA 08, que por sinal, é muito melhor em nível técnico do que o time do Santos).
Se não bastasse Rodrigo Souto de fora, começamos o jogo e em menos de 15 minutos já estávamos com -1 de saldo.
Tomamos um gol de cabeça do rejeitado Christian e pra escurecer ainda mais a situação, aos 30 minutos do primeiro tempo, ficamos com -80. Isso mesmo, -80% de capacidade técnica com a lesão do Kléber.
Danou-se! Agora é rezar pra não apanharmos de muito na próxima tortura de domingo. Será que o Luxa vai receber chuva de moeda de novo? Sinceramente, ele não merece. Merece sim, ser aplaudido de pé, porque fezes por fezes, ele ainda conseguiu a proeza de ser campeão com Rodrigo Tiuí e Geílson no elenco.
Tudo bem, existe uma série de desculpas que eu poderia dar aqui do tipo: ínicio de temporada, falta de ritmo, etc, etc, blá, blá, blá... mas só quero deixar bem claro para o Carlinhos que lá no Society de quinta, também é início de temporada, ou melhor, nunca ninguém iniciou aquela porcaria direito. Todos bebem ou fumam, mas pelos menos, acertam passes, jogam com vontade e seja azul, amarelo ou rasgado, honram o colete.
E ah, se quiser aparecer qualquer dia desses, já vou avisando que não adianta levar bola nova ou carne para o churrasco, porque infelizmente... lá você não forma.
Feliz 2008!
Olá caros santistas e leitores do Blog Santos sempre Santos. Após um período de merecidas férias, estou de volta.
Confesso que como o computador, me desliguei um pouco dos acontecimentos do nosso Santos no final do ano passado e apesar de não concordar com a volta do técnico Leão da Montanha (Walmor Chagas), sou obrigado a torcer por ele.
A saída do Luxa só mostrou a todos, que mesmo com a falsa estampa de fidelidade, tornando-se sócio do clube etc e tal... seus intere$$e$ pe$$oai$ sempre estiveram acima de tudo, inclusive do próprio Santos.
Claro, não posso esquecer os títulos e o ótimo trabalho que o Luxa fez no Peixe, mas qualquer profissional de futebol, tirando raros exemplos como Pelé e na época atual Rogério Ceni, têm o direito de zelar por seu interesse.
Agora em 2008, é inevitável que a Vila Belmiro receba de braços abertos Leão e sua turma, assim como fizeram no Parque São Jorge. E não poderia ser de outra forma não é mesmo? Afinal, o presidente reeleito sempre teve a fama de fazer todas as vontades e mimos de seus treinadores.
Ah, sem falar que não evitaremos a dispensa daqueles hermanos latinos com problemas de dicção, pois infelizmente, nosso atual técnico entende que futebol se joga com a boca e não com os pés. Ufa, ainda bem que o Maldonado fala bem o português e podemos contar com ele nesta temporada.
Pra ser mais claro, não gostei da escolha do Leão como comandante do Peixe em 2008. Muitos falam daquele time maravilhoso de 2002, mas quem lançou Diego e Robinho, pra quem não sabe, foi Celso Roth em 2001, indicados pelo profissional da equipe de base do alvinegro. Qualquer técnico em seu estado mental normal, colocaria os dois pra jogar um ano depois.
Neste ano a tarefa de Leão não será tão fácil assim, o que muito me anima, porque esta sim é sua grande chance de provar que estou completamente errado e de que é capaz de treinar e montar um time competitivo.
Um time que joga junto há algum tempo precisa de motivação e a saída de algumas peças precisam ser repostas com inteligência. Sem esperar que o mesmo raio caia pela terceira vez na Vila Belmiro.
Bom, volto de férias um pouco inconformado, pois fiz upgrade pra acelerar meu computador que ficou tanto tempo parado e acho que a diretoria do Santos não. E o que é pior, além de continuar lenta, parece estar desligada até agora.
Mesmo realista mas nunca pessimista, desejo sorte ao Leão, ao presidente Marcelo, ao elenco e a todos nós torcedores santistas. Que 2008 faça jus a mística dos anos pares que sempre foram tão generosos com a gente.
MONTE SEU SANTOS PARA 2008.
Com a novidade Monta Time do Globoesporte.com, montei meu elenco para o ano que vem.
O saldo do Peixe em caixa é de $9 referente ao vice-campeonato do Brasileirão e pasmem, consegui o milagre de fechar as negociações com saldo $10.
Dispensei alguns jogadores como: Pet, Dênis, Baiano, Marcos Aurélio e repatriei o lateral Paulo César, além de importantes reforços para a disputa da Libertadores como: Diego Souza do Grêmio, Jorge Wagner (São Paulo), Anderson Lima (Coritiba) e Leandro Amaral do Vasco.
Monte também seu Santos 2008. Clique aqui e escale seu time para o Paulistão e Libertadores.
AQUI SE FAZ, AQUI SE PAGA.
Poderia abrir este último post pós jogo, metendo o pau no time que ontem, vergonhosamente perdeu em casa pro Fluminense, mas como o único tricolor carioca que conheço nem tem cabelo na cabeça direito de tantos desgostos, não vou ficar me lamentando e deixarei esse momento vago para a comemoração dos cariocas com a inédita classificação no G4.
O que realmente faz título a este post, é a justiça dos céus que neste final de semana fez questão de transparecer seu veredicto. Esta justiça que não falha, não tarda, não depende de STJD e muito menos, perdoa.
Desde a final da copa de 2002, não via tanta comemoração nas ruas de São Paulo. Santistas, palmeirenses, são-paulinos, juventinos, noroestinos, itapipoquianos, e quem diria... até gremistas e colorados unidos para a tão desejada queda daquele que se auto-classifica: acima de tudo e de todos.
Pois bem, nem mesmo o Todo Poderoso ficou imune a rigidez desta justiça divina que decretou uma justa sentença por tantas falcatruas no passado e que fez o cavalo de São Jorge chorar feito o “Pé de Pano”.
Desta vez, não foi usado o tradicional martelo para simbolizar o encerramento do caso como nos convencionais tribunais, e sim, uma bandeira que teimou em acertar as mal-sucedidas cobranças de pênaltis do Goiás.
Não que o auxiliar da causa, que também é um juiz , estivesse errado, mas sua obsessão pelo acerto lhe fez esquecer da regra por completo e deixou a última rodada do campeonato com cara de treino:
- Volta lá e bate de novo Paulo. Errou? Não tem problema. Clémer, se isso fosse um jogo de verdade te dava amarelo! Vai lá Paulo, mais uma vez.
Mais do que uma lição merecida, o timão que não é timão coisa nenhuma (só tem esse apelido por ter seu escudo parecido com um timão de navio), vai colher em 2008, nada além de tudo aquilo que plantou para lusitanos em uma final de campeonato paulista e para colorados em 2005.
Para nós santistas, também há débito corintiano. Basta lembrarmos de um tal jogo anulado na Vila que estava marcado para o mesmo Corinthians vencer. Se não concluiram a trapaça, por que remarcaram?
Como pude ser tão inocente de acreditar na justiça dos homens que comandam o futebol e pegar aquele ingresso gratuito? Remarcaram o jogo porque depois o Santos não teria mais Robinho, o Giovanni estaria desmotivado e principalmente, conseguiriam o que tanto queriam: vencer e justificar os milhões da recém-parceria.
2008 é ano par.
Santos sempre Santos!
Vai começar o espetáculo!
11 de outubro de 1962, Estádio da Luz, Lisboa. Em um jogo deslumbrante, o Santos goleia por 5 a 2 o Benfica, bicampeão europeu, e se consagra o primeiro time brasileiro campeão do mundo. Pelos comentários de jogadores, árbitro e imprensa dá para se ter uma idéia do impacto que aquela partida provocou no mundo do futebol.
“Um espetáculo. Foi uma noite excepcional do futebol. Mesmo perdendo por 5 a 2, não nos sentimos derrotados. Saí de campo com uma impressão diferente do que era futebol. O Santos era superior porque tinha jogadores excepcionais. O Santos tinha um time maravilhoso”.
José Augusto, ponta-direita do Benfica e da Seleção Portuguesa.
“É muito difícil encontrar tanto craque, tanto jogador inteligente como naquele time. Comparo o Santos de 62 com a Seleção do Brasil de 70. São as duas melhores equipes de futebol que vi até hoje. A Seleção de 70 é a confirmação de um modelo de jogo que o Santos já demonstrava há muito tempo”.
Antônio Simões, ponta-esquerda do Benfica e da Seleção Portuguesa.
“Sim, neste momento o Santos é imbatível. Não me parece viável que algum time possa vencê-lo”.
Vittorio Pozzo, técnico bicampeão mundial pela Itália em 1934 e 1938.
“Em cada posição o Santos tinha jogadores extraordinários, mas foi o Pelé que fez mais. O Pelé é um jogador como ainda não conheci. Ele estava impossível de ser marcado”.
Humberto, zagueiro-central do Benfica.
“Mas não era só o Pelé. Tinha o Pepe, o Zito, o Coutinho, o Dorval... era uma equipe extraordinária”.
Fernando Cruz, lateral-esquerdo do Benfica e da Seleção Portuguesa.
“O Santos é uma equipe quase perfeita. Joga sereno, seus homens sabem se desmarcar e fazer passes, todos eles possuem um controle de bola excepcional”.
Matt Busby, técnico do Manchester United.
“Foi a melhor partida que vi em toda minha vida”.
Pierre Schwinte, árbitro do jogo.
“O Brasil tem também o melhor time do mundo”.
France Football, França.
“O que se pode dizer do Santos? Ontem, qualquer equipe teria sucumbido sob sua potência”
Diários de Notícias, Portugal.
“Não há nem pode haver melhor”.
Gazeta Esportiva, Brasil.
Esta é a quarta capa do livro “Donos da Terra” de Odir Cunha, lançado ontem no Bar Paulicéia em São Paulo.
Além de todo ar nostálgico no ambiente, com vídeos de grandes partidas do Peixe no saudoso canal 100, pude sentir um pouco da importância e do significado daquele time maravilhoso para o futebol mundial.
Além do autor, estava presente o maior artilheiro humano da história do Santos Futebol Clube: José Macia, o Pepe. Isso mesmo, segundo ele, o maior artilheiro do Peixe veio de outro planeta.
Após a sessão de autógrafos, um amigo, que não é santista, muito orgulhoso com seu exemplar assinado na mão, me comunicou sua preferência por livros mais ilustrativos:
- Bacana o livro heim McFly, mas só acho que tem poucas fotos.
Agora, adivinhem para qual clube ele torce?
(Risos... estou rindo até agora).

PÁGINA VIRADA.
Aproveitando o gancho do lançamento do novo livro de Odir Cunha, que narra o duelo entre Santos e Benfica na final do mundial de 62, a vitória de virada ontem no Paraná, mais que uma última página, é o desfecho triunfal deste capítulo final do Campeonato Brasileiro para o Peixe.
Muitos falam sobre a arrancada espetacular do Flamengo, mas ninguém lembra que no início do primeiro turno, o Santos se encontrava apenas na 19ª colocação na tabela e hoje ostenta o vice-campeonato. Mas isso não é nada além da normalidade. Como disse anteriormente, para os olhos de todos, é estranho mesmo um time carioca estar no topo da tabela e por isso, um 4º lugar é sinônimo de: -Nossa, mas que arrancada não?!
O Santos em 2007 não fez nada diferente como de costume: campeão do estadual, vice do nacional e mais uma vez garantido na Libertadores do ano que vem. Agora, alguns gaúchos por exemplo, que se nomeam imortais, estão rezando neste momento para uma mísera vaga na repescagem ou para que o Riquelme não volte para o Boca ano que vem.
Um campeonato longo como o Brasileiro é movido a elenco, à estrutura, à vontade, e principalmente, regularidade. Um time que não se prepara, ou apenas se empolga com contratações por empréstimo, sem nenhum planejamento, pode até estar no topo, mas o grande problema é se manter nele.
Com todos os problemas, o Santos desde aquela final memorável em 2002, se mantém. Se mantém entre os grandes e sempre está disputando títulos ou engrandecendo a conquista daqueles que no final, acabam vencendo.
O ano está terminando e o balanço que faço é positivo. Contra o São Caetano, acreditei até o fim e quando o Moraes fez o segundo gol, não tive reação, pois lá estava eu, estático, suando, sofrendo como nunca com esse time que só me dá alegrias. Exatamente como ontem, quando Kléber Pereira desencantou sua camisa 23, na sua devida proporção, é claro.
Tenho certeza que muitos mudaram de canal quando o placar era adverso em 2x0 para o Paraná, mas com santista é assim. Até o apito final… “Santos o time da virada, Santos o time do amor!”
O livro de Odir Cunha: “Donos da Terra”, conta a história do jogo final do Mundial de Clubes de 62 e será lançado hoje, no Bar Paulicéia, a partir das 19h na Rua dos Pinheiros, 473 em São Paulo.
Este jogo é considerado o mais importante da história do Santos, da carreira de Pelé e, por extensão, de um time brasileiro de futebol. "Nunca um título mundial seria novamente conquistado com uma vitória de goleada sobre um bicampeão europeu e no campo do adversário. E isso numa época em que se vivia o auge do futebol-arte, os rivais tinham um craque como Eusébio, e representavam a base da Seleção de Portugal que humilharia o Brasil quatro anos mais tarde, na Copa da Inglaterra", conta Odir Cunha.
“O MEDO DE PERDER TIRA A VONTADE DE GANHAR”.
No clássico de domingo, o técnico Luxemburgo caiu em contradição com seu próprio lema. Escalou 2 zagueiros, 3 volantes e 2 laterais fixos em um esquema de marcação recuada que tornou o caminho entre o meio de campo até a grande área do Santos, uma avenida. O Flamengo carregava a bola como queria: nas costas, com uma perna só, fazendo embaixadinhas... Realmente, o Santos fez o Flamengo se sentir em casa. Inquilino, diga-se de passagem, mas bem à vontade.
No último post, comentei que o Maracanã era de todos, isso mesmo, era. Mudei de idéia. Agora pode ser do Flamengo, do Olaria, do São Cristovão, seja lá de quem for que não faz diferença. Se o Rei disse que pode demolir, algum clube precisa recolher o entulho não é mesmo?
Outro pecado capital, foi deixar Kléber na sua posição de ofício com a obrigação de marcar Léo Moura, mas como o Luxa perdeu a paciência com Dionísio, o Santos desperdiçou talento e perdeu o meio de campo. A superioridade de posse de bola do Flamengo provou isso.
O Pedrinho até que faz bem seu papel, mas por uns 30 minutos no máximo. Quando ví a placa de substituição com o número 10, pensei:
- Bom, agora ele sai e o Luxa manda o Kléber pro meio...
Não. Entrou Vítor Júnior. Bom, menos mal.
Outra placa:
- É agora que o Kléber vai pro meio...
Não, entrou Pet no esquema “finados”: sai um morto, entra um defunto e dois feridos.
Quando a bola sobrava lá na frente, Rodrigo Tabata não tinha opção de passe e Rodrigo Souto, que apareceu quatro vezes pra finalizar, não tem nem cacoete de atacante.
O Santos perdeu mais uma, e por incrível que pareça, ainda está em segundo rumo à Libertadores. Já o Flamengo é terceiro justificando realmente que “o futebol é uma caixinha de surpresas”. Quem diria, heim?
O que nós resta agora, nos dois jogos que faltam é saber se o técnico Luxemburgo, como ele mesmo diz, vai entrar com vontade de vencer, ou melhor, desejo de renovar com o Santos.

A OITAVA MARAVILHA DO MUNDO.
“Na hora do vamo ver, nossa torcida (a maior do mundo), nosso estádio (o maior do mundo) e o Manto Sagrado (a mais poderosa camisa do futebol mundial) fazem a diferença…
Arthur Muhlenberg – Blog do Flamengo
Este é apenas o trecho final do último post do meu amigo Blogueiro Carioca, que está visivelmente ansioso e deslumbrado com a arrancada de seu time na reta final do campeonato Brasileiro. Também não é para menos, não é todo dia que um time carioca se encontra na 4ª colocação de um dos torneios mais disputados do planeta. Mas tudo bem, dessa vez passa. Afinal, não será legal ver o Fluminense eliminado da Libertadores 2008 voltando pra casa sem companhia.
O que não posso deixar barato é a aquisição desapropriada do estádio Mário Filho. Em terras onde os famosos calçadões são alvinegros e por coincidência, também são banhadas pelo mar, o maior cenário terrestre do futebol não pode e nunca será a casa de um único clube. Ainda mais quando estamos falando de uma agremiação de regatas. Mas não... Assim como o slogan do país, gestão “Falcon sem dedo”, o Maracanã é de todos. Do dono da maior torcida, do mais querido e também, do time de camisa branca que por lá desfilou algumas de suas maiores conquistas. O mesmo esquadrão que é considerado por muitos, uma das grandes maravilhas que este mundo já viu. Que me desculpe o Cristo, mas por que não a oitava? Olha a coincidência aí outra vez... Pois é, oito não é cinco e octa não é penta. É o número exato de títulos nacionais que o meu glorioso alvinegro praiano possui.
Santos sempre Santos!

THE FOOT IS ON THE TABLE.
Pra quem gosta de futebol de mesa, o Peixe está na final da Copa Estado de São Paulo.
Com a vitória sobre o Nacional em casa por 54 a 45, a equipe de botonistas do Santos Futebol Clube disputará agora a decisão contra o São Judas, no próximo domingo dia 11 a partir das 14h30 e na casa do adversário (Rua da Moóca, 2471 - Moóca - São Paulo).
Boa sorte e parabéns a todos: Davinir, Vitor, Danilo Simões, Robertinho, Kiko e Wagner Felipe, Júnior Branqueto, Mário, Mário Reginaldo, César, Matheus, Sylvio Paiva e Charleaux.
Mauro McFly nasceu em Santos/SP há 30 anos e aos 16, largou as categorias de base do Santos F.C. para ser publicitário. Freqüentou as melhores escolas públicas da região e hoje coleciona passagens por importantes agências de propaganda entre Santos e São Paulo como diretor de arte. Em 2001, venceu o Prêmio Apple de Criatividade e um ano depois, foi escolhido para integrar a delegação nacional Young Creatives no Festival Internacional de Cannes na França.