Émerson Leão. O técnico poeta.
Quando é pra criticar eu critico, mas quando se pode elogiar, tenho a obrigação de ser justo... pois então, vamos lá.
Esta falta de regularidade da equipe do Santos, só demonstra a cada semana, que a existência de uma certa prioridade para a Libertadores, é cada vez mais evidente.
Particularmente, achei que o empate contra o Cúcuta na primeira rodada, não foi dos piores resultados, e agora esta boa vitória contra o “teoricamente”, adversário mais difícil do grupo, mostra que o Peixe pode estar dando preferência para o campeonato que mais interessa.
O jogo contra o Chivas, diga-se de passagem, foi de certa forma sofrido no seu final. O técnico Leão resolveu trocar o Molina pelo zagueiro Anderson Salles, aos 35 minutos do segundo tempo para tentar segurar o magro placar de 1x0 e chamou o time do Chivas para seu campo de defesa até o fim do jogo.
Tirando a falta de habilidade do Quiñones, que merecia ser expulso por puxar a camisa do adversário depois de pisar na bola e o fato do Mariano Trípodi ainda não ter encontrado seu melhor futebol, a postura e o futebol apresentados pelo Peixe, me deixaram tão satisfeito que por um instante, até me peguei vibrando e roendo as unhas depois de tanto tempo.
Wesley, o melhor em campo, lutou, correu, driblou e deu um trabalho danado para o lateral esquerdo deles. Uma pena que no final cansou e teve que sair.
Destaque para o golaço do Molina que pegou muito bem na bola e encurtou a distância entre jogar bem e jogar mal. Antes ele precisava de dois a três jogos para se encontrar em campo, mas agora parece que este intervalo foi reduzido para 90 minutos. Excelente partida contra Ituano, Chivas e vamos torcer para que continue assim.
Desde que chegou à Vila Belmiro, nunca tinha elogiado o técnico Leão e é bem verdade que nunca gostei do seu estilo de trabalho, mas... hoje sou obrigado a reconhecer e quem sabe, até dar um voto de confiança.
Acho que ele pecou apenas em querer segurar o resultado perto do final do jogo, mas tirando isso, o time se mostrou bem postado, corrigiu a proteção da defesa pela necessidade de jogar com apenas dois zagueiros, motivou seus jogadores, acertou em trocar o Trípodi pelo Tiago Luís (que na minha opinião, foi afastado acertadamente por uma questão de preservação) e esses dias, olha só... andou até filosofando é mole?
“O suor de um atleta, é a lágrima do coração”.
Santos x Time do Seu Madruga
O próximo adversário do Peixe na Taça Libertadores é o único time do mundo que possui filial em outro país, não se permite contar com jogadores estrangeiros no elenco e já está acostumado a enfrentar um outro Santos em terras mexicanas: o Santos Laguna.
O Chivas USA disputa a liga universitária norte-americana e ao contrário do seu clube sede, contém jogadores de várias partes do mundo que adquirirem experiência antes de disputarem o campeonato Mexicano e a própria Libertadores pelo Chivas Guadalajara.
A equipe do técnico Efraín Flores, está treinando no CT Rei Pelé em Santos, desde domingo passado e nos seus últimos compromissos, venceu o San José da Bolívia por 2x0 pela Libertadores e empatou sem gols com o Cruz Azul pela Liga Nacional.
Os mexicanos chegaram reclamando do forte calor que faz na Baixada e na imprensa local, em matéria publicada em seu site, andam chamando nós santistas, de “cariocas” (risos). Será que para eles todo brasileiro é um papagaio do Walt Disney?
Bem amigos, agora só nos resta acreditar, rezar e torcer para que o Peixe não volte a jogar aquela “bola quadrada do Quico”, porque além deles terem apenas um desfalque na defesa, é bem capaz que a Dona Clotilde tenha preparado algum feitiço contra nós.
Santos e Chivas, terá transmissão ao vivo pela Sportv nesta terça-feira direto da Vila Belmiro, a partir das 21h30 horário de Brasília e 18h30 no horário mexicano... viu Seu Madruga?
“Assim como a vitória esconde vários erros, a derrota esconde várias virtudes”.
Betão
Caros amigos santistas, passei a noite inteira de ontem tentando entender o que o zagueiro Betão tentou dizer com essa frase ao final do jogo contra o Sertãozinho e confesso que não consegui.
Bom, melhor deixar pra lá... mas se alguém souber, por favor comentem e me contem.
Quanto ao jogo, aconteceu o que temia. O time apesar de ter feito duas boas partidas contra Guarani e Ituano na Vila, fora de casa acaba mostrando que realmente não podemos nos iludir.
Já tinha dito antes que o esquema 4-3-3 funciona, mas desde que alguém, algum camisa 10 assuma a função de criação da equipe. Caso contrário, acontecerá o que vimos ontem, os atacantes inativos e um time sem a mínima criatividade.
O detalhe do único gol do Sertãozinho foi que a bola mais uma vez foi cruzada na pequena área. Preciso dizer mais alguma coisa?
Acho que fui infeliz ontem em comentar que o Sertãozinho era como uma espécie de fã para o Santos como a história mostra, agora não tenho culpa se passado e presente não falam mais a mesma língua.
Imagino a ansiedade do garoto que nasceu e cresceu em Sertãozinho ouvindo as histórias do glorioso praiano:
- Pai, pai... é hoje que o Santos vem jogar aqui na cidade?
- É sim filho. É hoje o grande dia.
- Que legal pai! E o senhor já comprou ingresso?
- Comprei filho, no melhor lugar do estádio pra gente ficar bem pertinho dos jogadores que vestem aquele manto sagrado.
- Poxa que legal, nem tô acreditando.
No jogo...
- Pai, por que o Sertãozinho tá atacando mais?
- Eu não sei filho.
- Pai, pai... por que a torcida do Santos tá gritando “Timinho”?
- Fica quieto moleque, deve ser para o time do Sertãozinho.
- Pai, como é jogo do Santos, vamos comer pipoca?
- Se tá de brincadeira né moleque?
- Pai, por que as faixas da torcida estão de cabeça pra baixo?
- Putz grila moleque, deve ser para alguém lá de cima poder ler e tentar fazer alguma coisa.
- Pai, cadê aquele camisa 10 que o senhor disse que joga muito?
- Ai meu deus, não sei moleque, como ele é estrangeiro deve ter se perdido na estrada e ainda não chegou.
Final: Sertãozinho 1 x 0 Santos.
- Pai, esse é o time do Santos que o senhor e o vovô tanto falavam?
- Pai? Por que o senhor tá chorando?
- Desculpe filho.
- Desculpe por que pai?
- Eu fiz confusão e te levei no jogo errado. Não era o jogo do Santos.
- Sério pai? Poxa vida, e quando o Santos vem jogar aqui então?
- Olha Edinho, do jeito que você imagina e da forma que o vovô contava... acho que nunca mais filho.
QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É MERA COINCIDÊNCIA.
Após uma semana de folga, o Santos vai à Sertãozinho, bem perto de Ribeirão Preto no interior de São Paulo, para tentar sua primeira vitória fora de casa no Paulistão.
O Sertãzinho ou o "Touro dos Canaviais", como é mais conhecido, é um daqueles tantos times inspirados no glorioso de Vila Belmiro e espalhados pelo mundo.
Na zona de rebaixamento e de técnico novo (Lori Sandri), o time que estampa na camisa, a admiração pelo Santos de Pelé, terá que driblar o mal momento e a ansiedade gerada por uma expectativa similar aos que esperam pela visita de um grande astro.
A partida de hoje será a primeira do Santos no estádio Estádio Municipal Frederico Dalmaso e veja abaixo porque o jogo de logo mais, colocará frente a frente, "Fã x Ídolo".
Em 1944, o primeiro escudo do Sertãozinho Futebol Clube trazia apenas as iniciais SFC.
Depois, já nos anos 50, inspirado pela fase de ouro do Peixe, o Sertãozinho FC adotou um distintivo parecido ao do time praiano, porém mais alongado e com a tradicional cor grená. 
Com o passar dos anos o escudo foi passando por reformas e, em 2004, com a conquista do título paulista da Série A3, passou a ostentar uma estrela dourada. 
Agora, para comemorar o acesso à Primeira Divisão e como forma de homenagear o povo de sua cidade, o distintivo leva o nome de Sertãozinho no lugar das iniciais SFC.

Entrevista José Macia (Pepe)
Na semana em que o segundo maior artilheiro do Santos Futebol Clube completa 73 anos de vida, tive a honra e o prazer de bater um papo com esse "monstro sagrado" da história do alvinegro de Vila Belmiro.
Esbanjando bom humor, ele me contou detalhes de sua carreira, seleção brasileira, propaganda e principalmente, sobre a época em que costumava disparar seu canhão esquerdo contra as defesas inimigas.
BLOG DO TORCEDOR: Como o senhor tem um filho publicitário, qual sua opinião sobre a invasão da publicidade no futebol? Lembrando que hoje, alguns patrocinadores não respeitam mais as cores dos clubes e torneios importantes que foram comprados por grandes marcas como a Taça Libertadores.
PEPE: Acho que em tudo tem que haver um equilíbrio. O incentivo da publicidade e os patrocínios são fundamentais, principalmente para os clubes com menos estutura. Mas não pode haver um exagero de propaganda, como por exemplo, ferir a tradição das cores de um clube.
BLOG DO TORCEDOR: Você tinha preferência por jogar ao lado de algum companheiro específico?
PEPE: Sim, o Pagão. Quando jogávamos juntos, metade dos meus gols vinham de passes dele.
BLOG DO TORCEDOR: Como foi convencer seu pai a deixá-lo jogar futebol? Já que ele era contra e queria que o senhor e seus irmãos seguissem outra profissão.
PEPE: Na verdade não fui eu que convenci. Foram alguns amigos que viviam dizendo para ele que eu teria um grande futuro no futebol.
BLOG DO TORCEDOR: Alguma vez o senhor acertou um chute em cheio que chegou a desacordar algum jogador?
PEPE: Aconteceram algumas vezes, mas não me recordo o nome dos jogadores. O mais famoso foi o Alfredo Ramos, lateral-esquerdo do São Paulo, que estava na barreira e desmaiou após levar uma bolada minha em um Santos x São Paulo na década de 50 na Vila.
BLOG DO TORCEDOR: Por que o senhor nunca vestiu a camisa de outro clube além do Santos? Recusou alguma proposta pra sair?
PEPE: Durante toda minha carreira tive várias propostas para sair, principalmente de times espanhóis, já que era filho de espanhóis e o nome Pepe é muito comum na Espanha. Assim como no Brasil todo José é Zé, lá todo José é Pepe. Me procuraram: La Coruña, Barcelona, Valência, Sevilha, além do Milan, Corinthians e Portuguesa. Não fui por puro amor à camisa. Comecei e encerrei a carreira no Santos, sempre me senti feliz e tinha grande carinho da torcida. Não tinha porquê sair e não me imaginava jogando com outra camisa.
BLOG DO TORCEDOR: Verdade que o senhor sempre jogava de boné?
PEPE: É verdade. Jogava sempre com boné e com a aba para trás na várzea de São Vicente. Quando eu corria tirava o boné. Ao chegar no Santos, o técnico Salú disse para eu ir comprar uma “redinha” nas Lojas Americanas que custavam 2 Cruzeiros.
BLOG DO TORCEDOR: A maior dificuldade que o senhor enfrentou comandando o Inter de Limeira em 1986 (campeão paulista daquele ano) foi o fato do time ser do interior?
PEPE: Naquela época, a Inter tinha uma boa estrutura e a prefeitura de Limeira também ajudava. Conseguimos montar um bom time com a maioria de jogadores que já tinham passado por grandes clubes e queriam uma nova chance. Deu certo e considero este título, o primeiro de um time do interior a ser campeão paulista, como o mais difícil e importante da minha carreira como técnico.
BLOG DO TORCEDOR: Atualmente, aos 73 anos, o senhor está trabalhando como coordenador–técnico da Itapirense na série A3. Fale um pouco desse trabalho.
PEPE: Recebi um convite do Toninho Bellini que é prefeito de Itapira e sobrinho do meu companheiro de seleção Bellini. Estou lá de coordenador, o time tem boa estrutura, já subiu uma divisão e estamos tentando o acesso novamente.
BLOG DO TORCEDOR: Apesar das cinco estrelas, o senhor acha que a camisa da seleção perdeu sua força diante os adversários, ou hoje não existe mais jogo fácil?
PEPE: Eu acho que hoje não existe mais jogo fácil. Isso é fruto do excesso de informação. Todo mundo conhece todo mundo e aprende a melhor maneira de enfrentar os adversários.
BLOG DO TORCEDOR: Se o senhor nunca tivesse sido técnico antes, aceitaria um convite para assumir a Seleção Brasileira?
PEPE: Eu aceitaria, seria um orgulho e um grande desafio.
BLOG DO TORCEDOR: No primeiro jogo do Santos na Vila pela Libertadores neste ano, contra o Chivas, o senhor receberá um presente da Torcida Sangue Jovem que fez uma bandeira de 25 metros em sua homenagem. O que achou da iniciativa?
PEPE: Fico muito feliz e emocionado. É o reconhecimento por só ter jogado no Santos e de tudo que fiz com essa camisa. Tenho orgulho de ter feito vários gols que valeram títulos na minha carreira. Sei que a maioria destes torcedores são jovens que devem ter sido induzidos pelos pais e avós que me viram jogar.
BLOG DO TORCEDOR: Dizem que na vida, a gente precisa plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. E como seu filho é meu amigo e tenho seu livro (Pepe. Bombas de Alegria), o senhor já plantou alguma árvore?
PEPE: (Risos). Verdade, só falta a árvore. Boa idéia. Tem um lugar que eu considero o meu refúgio, meu paraíso, e que passo grandes momentos com a minha família, que é uma chácara na cidade de Socorro, interior de SP. Quem sabe eu não planto essa árvore lá, né?
Agradecimento especial: Rafael Macia

É MOLINA E MAIS DEZ.
A exemplo do jogo contra o Guarani na última quinta-feira na Vila Belmiro, algumas faixas com frases reivindicando a saída do técnico Leão, foram expostas novamente no jogo deste domingo frente ao Ituano. Será que o "Muro das Lamentações" do Blog do Santos lançou moda?
Acredito que a torcida tem que exigir de jogadores, comissão técnica e diretoria sim, mas desde que seja desta forma. Uma forma saudável e com inteligência, sem pichação de muro "real", sem denegrir e sem causar prejuízos ao patrimônio do clube.
Ainda no assunto torcida, reparei que só o futebol é capaz de oferecer algumas curiosidades bem peculiares... Vocês repararam que aquela desunião que existia na equipe, passou do campo para as arquibancadas? Pois é... vai entender.
Ao término do jogo de hoje, uma parte da torcida gritava: "Fora Leão!" e por incrível que parível, a galera da social vaiava sem parar. Mas não o técnico que até outro dia era hostilizado... Vaiaram aquela parte da torcida, que mesmo com o resultado positivo, ainda não havia mudado de opinião.
Era um tal de "Fica" de lá e um "Fora" de cá que até mesmo o técnico Leão ficou sem entender com aquela cara de interrogação estampada no rosto.
Esses dias mesmo, o próprio andou declarando ter conhecimento sobre o autor, que segundo ele, é remunerado para orquestrar essas idéias de vaiar e pichar seu trabalho frente à equipe do Santos, mas disse também não ter certeza. Oras bolas... se não tem certeza, por que abre a boca?
É amigos... a imprensa especuladora anda fazendo escola mesmo. Há pouco tempo atrás, ele e seu amigo camarada Luxemburgo, faziam questão de deixar bem claro o repúdio que tinham contra este tipo de atitude. Mas como tudo que sobe desce, desta vez o técnico Leão encara as coletivas ao final dos jogos, com o bom e velho ar de superioridade acompanhado de uma bela e recente cusparada disparada por ele mesmo, bem no meio da testa.
Sobre o jogo, o meia colombiano recém-chegado na Vila, fez dois jogos e não jogou absolutamente nada, fazendo que todos acreditassem que o filho do Giovanni, Paulo Henrique, teria lugar no time.
Hoje e no seu terceiro jogo pelo Peixe, Molina acabou com o jogo. Fez um e deu passe para outros dois gols.
Com uma boa movimentação e a disposição que é típica de todo hermano trombador, o Santos no segundo tempo foi Molina e mais dez. Ops... desculpe, Molina e mais nove. Esqueci daquele infeliz que foi expulso e quase estragou a festa do Peixe.
Esse zagueiro Evaldo nunca me enganou. Ele já tinha começado o campeonato nervoso e em uma partida que não me lembro qual, o técnico Leão havia o substituído justamente por isso. Sabe aquelas alterações seis por meia dúzia para não queimar o jogador?
Pois bem, com a triste contusão do Adaílton, o apavorado beque que veio sabe-se lá de onde, teve uma nova oportunidade como titular, ligou o lança-chamas e se auto-carbonizou achando que o time da cidade de Itu era tão grande assim como tudo que vem de lá. Entregou o gol de empate, foi expulso em um strike de boliche e ainda mandou o coitado do Trípodi pro chuveiro mais cedo sacrificando o esquema.
Bom, ainda bem que o ingênuo zagueiro que acredita em folclore brasileiro não defecou a partida toda e o Peixe conseguiu uma bela vitória dentro de casa.
Devemos pensar em classificação? Nessa altura do campeonato acho difícil, mas pelo menos com a demonstração de melhora da equipe, acho que dá pra salvar um começo de temporada que tinha tudo pra ser trágico.
Notei também que alguns jogadores estão jogando com vontade, Kléber Pereira anda frequentando mais a academia do CT, parou de comer no McDonalds e anda fazendo os gols que todo centroavante precisa fazer.
Acho que o esquema 4-3-3 funciona desde que o Molina, a partir de hoje, assuma esse ofício de criação, permitindo que o Rodrigo Souto jogue na sua posição de origem e onde rende mais que é proteger a zaga.
É muito fácil a gente julgar um jogador em duas ou três partidas, assim como já fiz aqui mesmo no Blog. Mas todo recém-chegado precisa de tempo para se adaptar, ainda mais quando estamos falando de um jogador estrangeiro.
Como todo santista, torço para que o Molina tenha continuidade e a regularidade necessária para se tornar de fato, o dono da camisa 10 do Peixe.
Os suínos da Barra Funda podem ter o El Mago, mas nós temos "El Molina". Santos sempre Santos!
Ah, Clayton BH, você estava certo... Deus abençoe o inventor do Laptop!
HAJA MURO!
Foram mais de 400 e-mails de santistas de todas as partes do mundo e um baita trabalhão para selecionar apenas as melhores. Portanto, gostaria de agradecer a todos os leitores do Blog Santos sempre Santos que participaram, mandaram suas frases e dizer que eu, como santista e colunista do Globoesporte.com, entendo o momento ruim que todos nós estamos passando, mas que infelizmente não posso fazer nada além do que fiz para tentar mudar a atual situação do Peixe.
O Muro Virtual das Lamentações foi criado para ser um espaço democrático, onde os torcedores podem escrever recados, opiniões e na melhor das hipóteses, terem algum momento de descontração (se é que isso é possível).
Confira abaixo as melhores frases separadas por categoria.
O Bordão

80% das frases
O Sertanejo

Sandro Cássio
O Classificados de Emprego

Allan C. Santos - São Paulo
O Globo Repórter

Tiago Pereira - Itupeva/SP
O Amnésia

Caio Sampaio - (Esqueceu a cidade que mora também)
O Bom de Rima

Rafael Feitosa – São Paulo
O Patriota

Roner Luiz da Silva
O Distraído

Márcio Rodrigues
O Corintiano

Anônimo
O Contraditório

Luiz Augusto
O Político de Esquerda

Italo Gallerani
O Poeta

Anônimo
O Caju&Castanha

Vanderlei Cardoso da Silva - Ouro Verde
O Oswald de Souza

Rogério Froiman
MURO DAS LAMENTAÇÕES.
Clique aqui e mande seu desabafo para o muro das lamentações do Blog do Santos, que cá entre nós... é bem melhor que pichar os muros do CT Rei Pelé. As frases mais criativas e mais legais serão publicadas em breve.
Mas não se esqueça de colocar seu nome, sua cidade e ah... nem use palavrões, ok?
Tapando sol com peneira.
Caros amigos santistas, conferindo os comentários de meu último post quando me referi a construção de um novo estádio para o Santos, percebi que fui mal interpretado por alguns leitores.
Mais do que ninguém, sou a favor de um novo estádio, arena ou seja lá o que for para o Peixe. Acho que o Santos é grande o suficiente para ter não só um, mas a exemplo do Chivas Guadalajara que possui filial nos Estados Unidos, pode e deve ter sedes pelo mundo todo.
O que tentei expor aqui, foi minha opinião (que ninguém precisa concordar) sobre esse tipo de notícia especuladora, que no meu entender, é inoportuna para o momento atual do Peixe.
Nasci e passei minha infância toda ao lado da Vila Belmiro em uma época que nem tinha idade para ir aos jogos, mas hoje por motivos profissionais resido em São Paulo e mesmo com toda dificuldade e custos para assistir aos jogos na Baixada, ainda acho que a casa do Santos é a cidade de Santos.
Se o Peixe realmente terá um estádio novo, em Diadema ou em Nazaré das Farinhas, é preciso deixar bem claro o que vão fazer com a Vila. Seja tombada pelo patrimônio histórico ou não, o torcedor, pelo menos o nativo que nasceu lá, precisa de uma explicação coerente e convincente sobre este futuro investimento que ainda é incerto.
Pode ser até um pensamento provinciano da minha parte como alguns mencionaram, mas prefiro achar que acima de qualquer interesse empresarial, o maior beneficiado com este projeto, não poderá ser ninguém além do clube e seus torcedores.
A construção do estádio (já é a segunda vez que ouço isso) e essa bagatela de contratações inexplicáveis de jogadores que nunca se ouviu falar e nem foram indicadas pelo técnico, soa muito mais com estratégia de marketing como uma espécie de “abafa”. Ou seja, uma tentativa desesperada para amenizar na mídia, a falta de recursos ou as consequências de um mal planejamento que existe hoje na Vila Belmiro.
O jogo de ontem pra mim, foi a gota d´água depois de perceber que o Paulo Henrique fez muito mais pelo time em 5 minutos do que o Molina em 2 jogos.
O Leão não consegue dar liga para esse time cometendo vários erros, porque além da falta de matéria prima, tem que ficar insistindo com alguns jogadores recém-contratados para não contrariar o Presidente. E na entrevista coletiva, deixou bem claro que seu prazo de validade está próximo do fim (e o meu também).
Quando digo erros sucessivos, leia-se a não inscrição do Paulo Henrique na Libertadores (não é possível, ele deve ter confundido os "Henriques" e inscreveu o Luiz que veio do Paulista), o afastamento do Tiago Luís e do Alemão que estavam relacionados (já são 3 a menos), a insistência com Betão na zaga (que não preciso dizer nada), entre outros equívocos que não dão sequência e nem cara para esse time.
Bom, resumindo... hoje falta dinheiro, ambiente, ordem, pulso, planejamento e muito mais do que isso... infelizmente está faltando o mais importante: respeito com o Santos Futebol Clube.

ARENA SANTISTA?
Eu só acredito vendo.
Essa história eu já vi antes, mas só vou acreditar quando estiverem misturando a areia com cal e cimento.
Seria ótimo ter um estádio nosso mesmo e com capacidade para mais de 40 mil pessoas, agora... a torcida do Santos lotará esse estádio enquanto a TV a cabo existir e sem ser em final de campeonato?
E a Vila Belmiro? Será usada apenas como museu ou para jogos do juvenil?
Construir em Diadema? Tá certo que o Peixe é um clube mundial e não duvido que lá tem um monte de santista, mas a cidade do glorioso é Santos cacete!
Sinceramente... tenho minhas dúvidas e uma leve desconfiança de que o Santos está sendo usado por um interesse, que infelizmente para alguns dirigentes, é maior do que o próprio Santos... A copa do mundo de 2014.
Mauro McFly nasceu em Santos/SP há 30 anos e aos 16, largou as categorias de base do Santos F.C. para ser publicitário. Freqüentou as melhores escolas públicas da região e hoje coleciona passagens por importantes agências de propaganda entre Santos e São Paulo como diretor de arte. Em 2001, venceu o Prêmio Apple de Criatividade e um ano depois, foi escolhido para integrar a delegação nacional Young Creatives no Festival Internacional de Cannes na França.